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	<title>micronCNC - Mecatrônica</title>
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		<title>Abimaq denuncia fraude em origem de exportação</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 22:27:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fonte: http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/5482-boletim-28
Mais uma vez os produtos chineses são o centro da reclamação dos empresários e o alvo da fiscalização do governo. Por trás da declaração de ontem do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, de que empresas brasileiras estão comprando máquinas no exterior e trocando a placa com a descrição da origem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/5482-boletim-28</p>
<p>Mais uma vez os produtos chineses são o centro da reclamação dos empresários e o alvo da fiscalização do governo. Por trás da declaração de ontem do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, de que empresas brasileiras estão comprando máquinas no exterior e trocando a placa com a descrição da origem do produto, está uma denúncia da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) de que muitas empresas estão comprando bens de capital da China e revendendo como produto nacional.</p>
<p>O presidente da Abimaq, Luiz Aubert Neto, levou esta informação ao governo há duas semanas, quando ocorreu a reunião do Grupo de Acompanhamento da Crise (GAC), criado para discutir com o setor privado os impactos da crise na economia brasileira. Neto disse hoje à Agência Estado que muitos equipamentos comprados pela Petrobras, por exemplo, não são de origem nacional, embora a estatal não tenha conhecimento disso.</p>
<p>&#8220;A Petrobras acha que paga para uma empresa no Brasil, mas está comprando lá fora&#8221;, afirmou. Ele denunciou também que os estaleiros estão sendo construídos com peças importadas. &#8220;Viramos funilaria de navio. Onde agrega valor, não fazemos nada&#8221;, disse.</p>
<p>Miguel Jorge disse ontem ser inaceitável este procedimento e afirmou que Receita e Ministério do Desenvolvimento irão agir duramente contra estas empresas. O setor pediu também que fosse colocada uma exigência mínima de uso de peças e componentes nacionais, mas uma fonte do governo explicou que este controle é muito difícil.</p>
<p>Segundo Neto, o processo de substituição de produtos nacionais por importados da China está cada vez mais forte. &#8220;O câmbio é mortal para nós&#8221;, afirmou. &#8220;Está havendo um processo de desindustrialização no Brasil&#8221;. Ele lembra que o Brasil já foi o quinto maior produtor de máquinas do mundo na década de 80 e, hoje, caiu para a 15ª posição. Ele contou que, como as empresas nacionais não conseguem ganhar competitividade, viram representantes de outro fornecedor no exterior para não perderem os clientes no Brasil.</p>
<p>Neto afirma que as exportações de bens de capital nos cinco primeiros meses do ano, em relação ao mesmo período de 2008, caíram quase 40%, e o faturamento do setor teve queda de 25%. Por outro lado, as importações continuam no mesmo nível do ano passado, considerado um ano forte economicamente.</p>
<p>O presidente da Abimaq espera uma recuperação da competitividade do setor com as medidas anunciadas ontem pelo governo, de redução de juros dos financiamentos e da carga tributária. &#8220;Só tem um jeito para conter a substituição de máquinas nacionais por importadas: é dar competitividade para as empresas aqui. Falta uma política industrial de desenvolvimento&#8221;, defendeu Neto.</p>
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		<title>Características do Mercado Brasileiro de Terceirização da Engenharia de Manutenção &#8211; Como Funciona o Processo de Contratação</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 22:10:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte:http://www.manutencao.net/v3/br/artigos/negocios/506-caracteristicas-do-mercado-brasileiro-de-terceirizacao-da-engenharia-de-manutencao-como-funciona-o-processo-de-contratacao
Escrito por: Jorge Videira
Quando se fala em terceirização de serviços, pode-se afirmar que somente os de facilities (limpeza, conservação, segurança) são aqueles terceirizados em todos os segmentos, seja numa pequena clínica, num grande hospital, num shopping ou numa indústria. Este, porém, é o setor onde predomina uma quantidade muito grande de empresas de pequeno porte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte:http://www.manutencao.net/v3/br/artigos/negocios/506-caracteristicas-do-mercado-brasileiro-de-terceirizacao-da-engenharia-de-manutencao-como-funciona-o-processo-de-contratacao</p>
<p>Escrito por: Jorge Videira<br />
Quando se fala em terceirização de serviços, pode-se afirmar que somente os de facilities (limpeza, conservação, segurança) são aqueles terceirizados em todos os segmentos, seja numa pequena clínica, num grande hospital, num shopping ou numa indústria. Este, porém, é o setor onde predomina uma quantidade muito grande de empresas de pequeno porte (mais de 10.000).</p>
<p>Já quando o assunto é a terceirização dos serviços de Engenharia de Manutenção predial e industrial, pode-se observar outro panorama, com os setores de hospitais, shoppings, hotéis, complexos corporativos e plantas industriais estando inseridos neste mercado.</p>
<p>Nestes segmentos, existem os que já nasceram com a manutenção terceirizada e possuem esta cultura, e os que ainda não demonstram interesse em terceirizar, por diversas razões e paradigmas praticados. São neles, portanto, que o trabalho de convencimento é longo e requer profunda argumentação e contra-argumentação para que as prestadoras consigam uma abertura para apresentar a proposta de um projeto- piloto, podendo o processo levar meses ou até anos.</p>
<p>Façamos, agora, uma rápida análise de como cada um destes segmentos encara a contratação de serviços de Engenharia de Manutenção:</p>
<p>¨       Setor de shoppings: é aquele onde existe a maior cultura para terceirizar os serviços. Por outro lado, é também aquele que exige sempre o menor investimento e uma grande qualidade nas prestações, tornando complexa a conciliação de um nível de qualidade de padrão internacional com o baixo custo desejado. Por isso, o volume de contratos é importante para viabilizar a operação neste segmento.</p>
<p>¨       Complexos corporativos: repete-se aqui a situação do setor anterior, por se tratarem de condomínios onde os custos de manutenção são repassados aos locatários e proprietários, que nunca aceitam facilmente o aumento das cotas condominiais. A exceção fica por conta dos edifícios-sede de grandes corporações, que não estão preocupadas somente com o menor custo, exigindo também qualidade.</p>
<p>Nos complexos multi-corporativos, existe ainda a agravante do gerenciamento normalmente efetuado por terceiros, que sempre forçam o menor custo, mas exigem excelente qualidade dos serviços. Como os inquilinos e proprietários querem cotas de condomínio sempre reduzidas, ninguém deseja sequer ouvir falar em aumento das cotas para melhoria da qualidade dos serviços de manutenção e, por isso, nem sempre o melhor serviço é contratado.</p>
<p>¨       Setor hospitalar: neste segmento, o mais importante é a quebra de paradigmas, uma vez ser comum a premissa de que a equipe própria garante mais segurança, menos riscos e melhor comprometimento. De forma muito lenta, este conceito está mudando e alguns hospitais já terceirizam sua manutenção, em número, entretanto, ainda incipiente. Resta, assim, um trabalho de médio e longo prazos a ser desenvolvido pelas prestadoras.</p>
<p>¨       Mercado hoteleiro: persiste aqui quase o mesmo paradigma dos hospitais com relação à equipe própria: priorização e garantia da segurança de seus hóspedes, respeito aos mesmos e confiabilidade nas intervenções. Embora já existam diversos hotéis com serviços terceirizados, este é um mercado ainda em desenvolvimento, necessitando de um trabalho de convencimento de que a terceirização pode trazer redução de custos, otimização de recursos e o emprego de equipes bem treinadas e atualizadas nas melhores e mais modernas técnicas da Engenharia de Manutenção.</p>
<p>¨       Setor industrial: este é o mercado de 1ª linha que todas as prestadoras de serviços de manutenção priorizam em seu planejamento. Nele, os clientes fazem questão de pessoal qualificado, treinado e que fale a mesma linguagem técnica, exigindo, ainda, uma relação de confiança com os terceiros. Neste segmento, não é somente o custo que decide, até porque há segredos industriais envolvidos e, normalmente, os contratos possuem, no mínimo, 24 meses de duração, com opção de renovação por igual período, o que permite estabilidade e confiança mútua entre o tomador e o prestador dos serviços. Há um comprometimento de parceria de ambas as partes para otimização dos recursos e alcance de índices de desempenho de excelência.</p>
<p>Neste segmento, há indústrias que já nasceram com a manutenção terceirizada, e outras não, existindo, até mesmo, casos de tal duplicidade em uma mesma holding. Em resumo, trata-se de um setor que normalmente exige qualidade e confiabilidade dos serviços e da equipe, devendo eles ser realizados por empresa idônea e reconhecida no mercado por sua seriedade e comprometimento. Nessa linha, cabe ainda enfatizar que, conforme já mencionado, o custo das prestações é, evidentemente, um fator muito importante, mas não o principal para que um contrato venha ou não a ser fechado.</p>
<p>Veremos agora, em linhas gerais, como se desenvolve o processo de contratação e as questões básicas que o propenso tomador de serviços de Engenharia de Manutenção costuma considerar, avaliar e/ou formular ao buscar um eventual prestador:</p>
<p>1) Quantas pessoas vamos ter que demitir?</p>
<p>2) Quanto essas demissões vão nos custar?</p>
<p>3) Vamos reduzir custos com a terceirização ou não? Quais as vantagens do processo? Estamos pensando somente em reduzir custos ou em contar com um parceiro de longo prazo, que disponibilize pessoal sempre atualizado e treinado? Quem vai cuidar de nossa atividade-meio, para que possamos pensar somente em nosso core-business e na melhoria contínua de nossa qualidade?</p>
<p>4) Quanto vamos reduzir por mês em nosso atual custo de manutenção? E qual será o pay-back do nosso custo de demissões?</p>
<p>5) Estamos convictos de que a Engenharia de Manutenção não é parte integrante de nosso core business e sim uma atividade-meio?</p>
<p>6) Os sistemas críticos que podem afetar a produção continuarão sob nossa responsabilidade ou serão também terceirizados? Quais são os riscos? </p>
<p>7) A gestão do almoxarifado da manutenção irá ou não continuar conosco?</p>
<p>Sem dúvida, apenas estes 7 itens são motivo de muitas horas de conversa e reflexão no âmbito da equipe técnica do futuro contratante, levando eles, em média, de 2 a 5 meses &#8211; e até mais, em muitos casos &#8211; para serem inteiramente digeridos É assim que funciona o mercado no Brasil.</p>
<p>Por isso, no negócio de prestação de serviços de Engenharia de Manutenção, não se fecham 10 ou 15 contratos por ano, porque, citando um exemplo, para assinar somente um contrato considerado de pequena monta (R$ 50 a 60 mil mensais), leva-se de 2 a 5 meses entre a primeira reunião e a efetiva contratação &#8211; salvo as raras exceções que confirmam a regra. Neste ramo de negócio, pensa-se, portanto, sempre no médio e longo prazos, com as decisões passando por vários processos de avaliação interna no futuro cliente, incluindo os níveis gerenciais da manutenção, que passarão a trabalhar como gestores de contratos, cobrando resultados não de seus colegas de trabalho, mas sim do seu parceiro/fornecedor de serviços.</p>
<p>Assim, as empresas de terceirização da Engenharia de Manutenção devem estar preparadas para, às vezes, esperar 3, 4, ou até 5 meses para agendar uma reunião de apresentação com aqueles que possuem poder decisório para implantar um determinado projeto Por isso, tal reunião é sempre uma oportunidade que deve ser muito bem aproveitada, buscando o convencimento do quanto é salutar uma parceria do tipo ganha-ganha, por meio da utilização de profundo conhecimento técnico, firmeza, seriedade e confiabilidade nos argumentos, além de sólidas referências de mercado.</p>
<p>Concluindo, vale sempre frisar que terceirizar não é empreiteirizar; terceirizar é uma condição de parceria de longo prazo, confiança mútua e visão de ganha-ganha entre o contratante e o contratado.</p>
<p>(*) Jorge L. Videira é Economista, pós –graduado em Marketing –PUC-RJ, possui MBA em Marketing pela FEA/USP e MBA em Engenharia de Manutenção  pela Escola Politécnica/UFRJ . Assessor da presidência da Álamo Engenharia.</p>
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		<title>BNDES explica cenário do crédito no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 23:59:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Fonte:   http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/5412-boletim-26
Desde o agravamento da crise econômica internacional, os bancos públicos do Brasil ganharam maior importância na oferta de crédito dentro do País. Nos seis meses que sucederam a quebra do banco Lehman Brothers, de setembro de 2008 a março de 2009, 82% da liberação de crédito foi feita por estas entidades. Deste total, 34% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte:   http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/5412-boletim-26</p>
<p>Desde o agravamento da crise econômica internacional, os bancos públicos do Brasil ganharam maior importância na oferta de crédito dentro do País. Nos seis meses que sucederam a quebra do banco Lehman Brothers, de setembro de 2008 a março de 2009, 82% da liberação de crédito foi feita por estas entidades. Deste total, 34% foi liberado apenas pelo BNDES.</p>
<p>Segundo a assessoria de imprensa do banco, a instituição foi quem mais contribuiu para o incremento do crédito no mercado nacional durante este período. O banco adotou medidas anticíclicas, para compensar a escassez de crédito privado. De acordo com o BNDES, uma das principais preocupações foi estimular a produção a ser exportada. Para isso, foram tomadas providências logo no início da crise financeira. Entre elas, a liberação de R$ 5 bilhões para o financiamento de operações pré-embarque, em outubro de 2008, e a criação do Programa Especial de Crédito (PEC), em dezembro.</p>
<p>Já no início de 2009, o banco tomou medidas para impulsionar as micro, pequenas e médias empresas com novas condições no principal produto destinado ao setor, o Cartão BNDES. O limite foi ampliado de R$ 250 mil para R$ 500 mil, com redução de juros de 1,13% para 1% ao mês e ampliação de prazo de 36 para 48 meses.</p>
<p>No último mês de abril a entidade lançou no mercado alguns programas para impulsionar a reativação econômica. Entre eles o Programa de Crédito Especial Rural (PROCER-BNDES), Programa de Apoio ao Setor Sucroalcooleiro (PASS-BNDES), Programa Emergencial de Financiamento aos Estados e Distrito Federal (PEF-BNDES), que visa compensar a queda no Fundo de Participação dos Estados – decorrente da redução do IPI, além do Programa de Capitalização de Cooperativas de Produção (BNDES PROCAP-PRODUÇÃO). O presidente do banco, Luciano Coutinho, anunciou também a redução de juros em diversas linhas, principalmente para o setor de infraestrutura.</p>
<p>Acompanhe os principais trechos da entrevista concedida pelo BNDES:</p>
<p>O que é possível esperar das medidas recentemente anunciadas pelo presidente do BNDES para o setor de infraestrutura?<br />
BNDES &#8211; A linha destinada à concessão de empréstimo-ponte para projetos de infraestrutura teve uma queda muito expressiva em seus juros, em maio, com diminuição de 14,5% ao ano para entre 8,15% e 10,05% (dependendo do custo da linha correspondente ao setor de investimento), mais o spread de risco. A taxa cobrada no PEC (Programa Especial de Crédito) foi reduzida em 4,25 pontos percentuais. Com isso, em operações diretas os tomadores passam a pagar 10,25% ao ano, contra os 14,5% anteriores, mais o spread de risco. Em operações indiretas, o custo também foi reduzido para 10,25%, acrescido da taxa de intermediação financeira, de 0,5%, e do spread do agente financeiro. Micro, pequenas e médias empresas não pagam a taxa de intermediação financeira.</p>
<p>Nas operações de pré-embarque, as taxas também tiveram uma redução substancial. Anteriormente, o custo da linha oscilava entre 10,55% e 11,25% ao ano, dependendo do tipo de produto financiado. Agora, o custo passa a ser de 8,55% a 9,05%, mais o spread de risco. Em operações indiretas, acrescenta-se o spread do agente financeiro mais taxa de intermediação financeira (de 0,5%, sendo que micro, pequenas e médias empresas são isentas).</p>
<p>Qual setor é prioridade na liberação de crédito do BNDES?<br />
BNDES &#8211; O Banco procura atuar em todos os setores da cadeia produtiva nacional, concedendo financiamentos de longo prazo, e atento às suas demandas. Exemplos dessa preocupação são as medidas anticíclicas, adotadas desde o agravamento da crise financeira internacional, para compensar a escassez de crédito no mercado privado. Dentro desse universo, porém, o BNDES considera como prioritários os setores de infraestrutura, criação de capacidade industrial nova (greenfield) e inovação. Nesses casos, o custo financeiro dos empréstimos é 100% em TJLP, que está atualmente em 6,25% ao ano.</p>
<p>O setor de máquinas e equipamentos tem grande dependência de financiamentos e se ressente da falta de crédito. Qual a posição do banco em relação ao financiamento para este setor? Há possibilidade de ampliação destas linhas?<br />
BNDES – Além dos programas já existentes, como o BNDES Automático, Cartão BNDES, Finem e Finame, em fevereiro deste ano o Banco melhorou as condições de apoio para a aquisição de bens de capital da linha Finame, passando a financiar em até 100% a compra de bens de capital por meio desta linha, ante o limite anterior de 80%. As taxas cobradas são TJLP (atualmente em 6,25% ao ano) mais 0,9%. A parcela adicional de 20% é financiada ao custo de 11,25%.</p>
<p>Também passamos a financiar em até 100% o leasing de bens de capital novos e usados, com taxas de 14,25% e 11,75%, respectivamente. Antes, a participação máxima do BNDES em leasing de bens de capital novos era de 60%, e não oferecia financiamento a leasing de usados, que passou a estar disponível para ônibus e caminhões. Em todos os casos, além do custo financeiro do BNDES, incide o spread cobrado pelo agente financeiro. O resultado é que, já ao fim do primeiro trimestre, os indicadores de venda de máquinas pela linha Finame mostraram sinal de retomada, chegando a 40,5% em março contra 33,2% em março de 2008.</p>
<p>Quais são as principais restrições ao financiamento de máquinas importadas?<br />
BNDES – Financiamos o máximo de 60% do valor de máquinas equipamentos importados e apenas quando não houver similar nacional.</p>
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		<title>A ABIMAQ BUSCA PARCERIAS PARA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 21:08:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com o principal objetivo de promover apoio tecnológico para o universo de associadas, constituídas principalmente por pequenas e médias empresas, a ABIMAQ estabeleceu convênios com diversos parceiros, SOCIESC em Santa Catarina, SENAI no Rio Grande do Sul, Tecpar no Paraná e IPT em São Paulo, num projeto de Extensão Tecnológica aplicado às técnicas de gestão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o principal objetivo de promover apoio tecnológico para o universo de associadas, constituídas principalmente por pequenas e médias empresas, a ABIMAQ estabeleceu convênios com diversos parceiros, SOCIESC em Santa Catarina, SENAI no Rio Grande do Sul, Tecpar no Paraná e IPT em São Paulo, num projeto de Extensão Tecnológica aplicado às técnicas de gestão da produção, incluindo também serviços de laboratório, para melhoria de produtos e seus processos produtivos.<br />
A partir de um projeto com consultoria especializada diversas empresas do setor já melhoraram sua competitividade. Isto foi possível a partir da junção de esforços da ABIMAQ, MCT e FINEP<br />
Celso Vicente, diretor de tecnologia da entidade diz que o programa de Extensão Tecnológica baseia-se na atuação, diretamente na empresa, dessa consultoria com diversas ações tais como:<br />
• Melhoria da qualidade do produto;<br />
• Redução de custos (tempos de produção, retrabalhos, estoque etc.) ;<br />
• Aumento da produtividade ;<br />
• Ações na pontualidade de entrega ;<br />
• Formatação de ferramentas de acompanhamento de custos e prazos, com procedimentos de análise de resultados, tomadas de ações e correções de rota;<br />
• Aplicação e acesso às técnicas atuais de gestão, treinamentos etc. ;<br />
• Construção de ferramentas gerenciais de custos ;<br />
• Outros (identificados ou indicados pela empresa).<br />
“O objetivo &#8211; explica Vicente &#8211; é aumentar a competitividade através da melhoria de seus produtos, processos e das técnicas de gestão da produção, podendo incluir também serviços tecnológicos e de laboratórios, mas sempre individualmente e de forma a atender a demanda e especificidade de cada empresa<br />
O projeto já atendeu 73 empresas no Rio Grande do Sul, através do SENAI/RS; 53 em Santa Catarina através da SOCIESC e do SENAI/SC; 84 empresas em São Paulo, através do IPT, elaborou um amplo projeto de ‘benchmark’ para a indústria de máquinas para madeira no Paraná.<br />
Para o encerramento dessa 1ª fase do projeto, o IPT ainda dispõe de algumas vagas para atendimento às empresas do setor de máquinas e equipamentos, associadas à ABIMAQ. Os interessados deverão entrar em contato no IPDMAQ com Daniel Gustavo, no telefone (11) 5582-5758 ou por e-mail:<br />
daniel.rocha@abimaq.org.br . Os projetos têm investimento médio de R$ 15.000,00 e são subvencionados em 80% com recursos da FINEP.</p>
<p>Fonte: Abimaq</p>
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		<title>Lançamento para usinagem de ferro fundido e aço</title>
		<link>http://www.microncnc.com.br/?p=45</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 13:38:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A TaeguTec está lançando a nova linha Z-Mill Plus para fresamento de ferro fundido e aço. Esta nova fresa é uma atualização da antiga linha Z &#8211; Mill que utiliza sistema de fixação por cunha. Para melhorar a Z-Mill Plus, inicialmente foi aumentada a espessura da pastilha para 6,35mm, melhorando a resistência da pastilha e, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A TaeguTec está lançando a nova linha Z-Mill Plus para fresamento de ferro fundido e aço. Esta nova fresa é uma atualização da antiga linha Z &#8211; Mill que utiliza sistema de fixação por cunha. Para melhorar a Z-Mill Plus, inicialmente foi aumentada a espessura da pastilha para 6,35mm, melhorando a resistência da pastilha e, portanto permitindo trabalhar com taxas de avanço bem maiores – o que permite ganhos de produtividade.</p>
<p>Além do aumento na espessura da pastilha, um outro desenvolvimento foi na inovação quanto ao sistema de fixação da pastilha. Foram colocados parafusos com fixação em ângulo no alojamento, resultando em resistência e rigidez no processo de fixação. Com a inovação na fixação, torna-se possível utilizar fresas com passo fino. Como na antiga Z-Mill, a Z-Mill Plus tem a mesma solução econômica graças às pastilhas com 12 arestas de corte e ainda adição de um novo formador de cavaco que é adequado à usinagem de ferro fundido e aço.</p>
<p>Em relação aos corpos, está disponível uma maior variedade de geometrias e passos. Há fresas com ângulo de posição de 45 graus com passo largo e médio para fresamento de aço e ferro fundido. As pastilhas podem ser trocadas com uma simples operação de soltar e apertar parafuso. Ainda há a opção de escolher fresas com passo fino e fixação por cunha. Esta nova linha é adequada em aplicações na indústria automotiva que requerem altas taxas de avanço aliada a uma maior vida útil. </p>
<p>Fresas com ângulo de posição de 15 graus podem ser utilizadas com profundidade de corte máxima de até 2 mm em ferro fundido ou em aço com altos avanços de até 1 a 2 mm por faca, ou quando for o caso, utilizando a capacidade máxima da máquina.</p>
<p>Fonte: CIMM &#8211; Notícas</p>
<p><img src="http://www.microncnc.com.br/wp-content/uploads/2009/06/taegutec-150x150.jpg" alt="TaeguTec" title="TaeguTec" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-44" /></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Robôs industriais viram máquinas de prototipagem rápida</title>
		<link>http://www.microncnc.com.br/?p=41</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 19:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A construção de um molde é um processo que une técnica e arte, o que o torna trabalhoso, demorado e caro. As máquinas de prototipagem rápida seriam ideais para esta tarefa, mas elas não conseguem fabricar peças de dimensões tão grandes.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pense na hélice de um grande barco ou de um navio. Você sabe como ela é construída? Se você pensou em um molde e o metal incandescente sendo despejado dentro dele acertou. Parece fácil, não é? Mas você consegue imaginar como é feito o molde?</p>
<p>Construção de moldes</p>
<p>A construção de um molde é um processo que une técnica e arte, o que o torna trabalhoso, demorado e caro. As máquinas de prototipagem rápida seriam ideais para esta tarefa, mas elas não conseguem fabricar peças de dimensões tão grandes.</p>
<p>E não são apenas as hélices para navios que exigem grandes moldes, mas também as pás para os grandes rotores que geram energia eólica, os blocos para motores marítimos e os suportes para turbinas, apenas para citar alguns casos.</p>
<p>Robô industrial prototipador</p>
<p>Agora, engenheiros do Instituto Fraunhofer, na Alemanha, acreditam ter encontrado uma solução para otimizar, automatizar e acelerar o processo de fabricação de grandes moldes: converter grandes robôs industriais em equipamentos de prototipagem rápida capazes de lidar com as dimensões necessárias para a fabricação dessas grandes peças.</p>
<p>&#8220;Os robôs produzem modelos e moldes mais rapidamente e a um custo menor. Dependendo do processo, isto pode reduzir os custos à metade ou até a um terço. Várias ferramentas podem ser combinadas de forma flexível umas com as outras,&#8221; explica o engenheiro Torsten Felsch.</p>
<p>Os moldes são usinados diretamente de um bloco, eliminando a necessidade de construção de um modelo para a fabricação do molde. Os pesquisadores agora estão otimizando as rotas que o robô deve seguir ao trabalhar cada peça para diminuir ainda mais o tempo de usinagem, além de aprimorar os algoritmos usados para calcular essas rotas. Na versão final, esses algoritmos serão incorporados na programação do robô prototipador.</p>
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